Responsabilidade social corporativa: o que isso diz sobre seu branding?

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São muitos os elementos que compõem a gestão de uma marca forte: conhecer o perfil do consumidor, ter um posicionamento claro no mercado, adequar portfólio e canais, planejar a comunicação e praticar responsabilidade social corporativa.

O relacionamento entre sua marca e a comunidade (tanto interna quanto externa) revela a capacidade com que o negócio tem de sobreviver. Na atualidade, isso ajuda a construir a imagem que as pessoas têm sobre uma empresa.

Aquele consumidor que preza por valores sociais como a proteção do meio ambiente, por exemplo, não costuma consumir de marcas que destroem matas nativas, poluem rios ou não são ambientalmente engajadas.

Continue a leitura e saiba o que a responsabilidade social corporativa tem a ver com o branding da sua empresa.

O que é responsabilidade social corporativa?

A responsabilidade social corporativa é caracterizada pela forma com a qual se conduz as organizações. Para que seja feita de maneira eficaz, deve considerar todos os aspectos de suas atividades e como eles impactam clientes, colaboradores, acionistas, fornecedores, comunidades, meio ambiente e sociedade.

Esse conceito tem uma relação estreita com o cumprimento obrigatório da legislação social, laboral, ambiental, de direitos humanos e outras — tanto no âmbito nacional quanto internacional.

Também fará parte da responsabilidade social corporativa as demais ações voluntárias que sua empresa empreenda com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas. Ou seja, ela não precisa ficar presa somente ao que é obrigatório — coisa que a maioria das empresas faz.

Criada na década de 1970, a responsabilidade social corporativa foi uma resposta à crescente demanda da sociedade por uma maior contribuição das empresas em relação a muitos problemas. Entre eles, estavam os sociais, ambientais, éticos e até os trabalhistas.

Esse conceito continua atual, pois a empresa que deseja manter-se no mercado por um longo prazo precisa pensar de maneira sustentável. E ela deve contar com o apoio dos colaboradores, fornecedores e sociedade como um todo. Isso revela o modo como um negócio se relaciona com o capital humano.

Muitos empresários acreditam que o fornecimento de um bom salário ou um pacote de benefícios compatível com o mercado é suficiente para manter os funcionários motivados. Eles também creem que manter limpa a calçada de suas empresas contribui com o bem-estar do bairro. Mas não é bem só isso.

Empresas poluem, ocupam grandes espaços, destroem mata nativa, mudam o fluxo de pessoas em um bairro, cidade ou região e causam outros impactos — muitos, vale destacar, positivos. No entanto, não adianta se isentar dos negativos e é preciso se esforçar para minimizá-los e ter uma boa imagem.

Como esse conceito é desenvolvido?

Por muitos anos, o que se viu foi a preocupação das empresas em produzir muito, competir pelos menores preços e apresentar produtos visando apenas a obtenção de lucros cada vez maiores.

Essa era uma via de mão única, na qual as empresas pouco ouviam o que o público (interno e externo) tinha a dizer. A chegada de novas gerações e outras formas de pensar e consumir forçou uma mudança.

Isso acendeu o alerta para a maneira como as organizações faziam a gestão de pessoas e de que formas elas influenciavam outros contextos, como a comunidade e a sociedade em geral.

O modo como sua empresa lida, impacta e se relaciona com todos os envolvidos é o ponto principal de partida e atuação para o desenvolvimento da responsabilidade social corporativa.

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Não se espera das empresas que elas cumpram o papel do governo, no entanto elas precisam fazer parte do contexto atual de nossa sociedade. Se antes o consumidor se contentava com as poucas opções que tinha, hoje ele não se cansa de pesquisar e buscar alternativas alinhadas com suas necessidades e até formas de ver o mundo.

Levantar uma bandeira, como a do combate ao preconceito de raças, não é mais suficiente para convencer o público de que sua empresa realmente está engajada nisso. É preciso ter práticas reais e contribuir de verdade.

Qual a importância disso tudo para o seu branding?

A responsabilidade social corporativa tem relação direta com o valor de uma marca e a forma como ela é percebida pelos consumidores. Quando eles escutam o nome de sua empresa, qual tipo de sentimento é despertado? Reflita.

Estamos falando de branding e ter ações e projetos voltados para esse conceito ajuda a melhorar a imagem da companhia — de um jeito positivo, sustentável e verdadeiro. Isso representa um avanço para a sociedade.

Não se trata de algo mensurável, pois é algo que está na mente de cada pessoa. Contudo, é possível trabalhar na construção de uma boa imagem e, por meio dela, estimular o consumo dos seus produtos e serviços.

Para obter esse retorno, a organização deve criar um conjunto de valores e práticas que estejam alinhadas com seu modelo de negócios. No setor de agronegócio, por exemplo, é possível trabalhar o desenvolvimento da comunidade, promover ações que estimulem a melhora na alimentação das pessoas ou estimular o turismo local.

Uma lavoura bonita e bem-cuidada pode ser o destino de turistas em busca de fotos e de uma experiência diferente. Você só precisa treinar parte da população local para realizar o atendimento ao público e estabelecer parcerias com os comerciantes da região.

Outras iniciativas podem ser tomadas, sempre visando o aquecimento da economia local e a participação da comunidade (construção de uma praça, o patrocínio de um ponto turístico ou a contribuição com a merenda escolar das crianças).

Observe que são ações tangíveis que não exigem tanto esforço. O estabelecimento dessas parcerias causa um impacto positivo, demonstra empatia com a população e sua marca recebe, em troca, respeito e admiração. Tudo é uma questão de saber se planejar.

O ideal que é um percentual da receita seja dedicado aos projetos de responsabilidade social corporativa. Uma revisão nos atuais gastos pode encontrar desperdícios e ajudar a economizar uma boa quantia. Que tal destinar uma parte dela a estes projetos?

Sua companhia já tem um departamento de Recursos Humanos que pode desenvolver projetos para os colaboradores e outra área que cuida do marketing para promover estas e outras ações.

No entanto, vale destacar, o retorno financeiro não é imediato. Isso exige uma boa capacidade de organização para manter os projetos em funcionamento e evitar a interrupção deles — causando o efeito inverso.

Sendo assim, evite começar dando passos muito largos e entenda sua importância para o contexto atual de nossa sociedade. Lembre-se de que ela é um dos pilares de sobrevivência para sua empresa no futuro.

Por meio das ações de responsabilidade social corporativa, é possível alcançar um melhor reconhecimento, impacto positivo na marca, integração com a comunidade e atração de talentos engajados com as mesmas causas.

Para ajudar na construção ou reposicionamento do branding de sua empresa, fale com a 2dcb — uma agência especializada em Comunicação Integrada e Estratégica.

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